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05 de April de 2025
Casos Clínicos e Aplicações Práticas

Nutrição e saúde mental: o papel de nutrientes na regulação do humor e cognição

  • janeiro 31, 2025
  • 5 min read

A relação entre alimentação e saúde mental tem sido cada vez mais estudada pela ciência. Evidências mostram que deficiências nutricionais podem afetar neurotransmissores, aumentar o estresse oxidativo e modular a inflamação cerebral, impactando diretamente o humor, a cognição e até o risco de transtornos psiquiátricos.

O cérebro é um órgão metabolicamente ativo e requer um suprimento constante de micronutrientes essenciais para funcionar corretamente. Magnésio, ômega-3, coenzima Q10 e vitaminas do complexo B são fundamentais para a produção de neurotransmissores como serotonina, dopamina e GABA, responsáveis pelo equilíbrio emocional, memória e concentração.

Neste artigo, vamos explorar como a suplementação nutricional pode ser uma ferramenta eficaz para regulação do humor, redução do estresse e melhora da cognição, e como os prescritores podem utilizá-la na prática clínica.


O impacto das deficiências nutricionais na saúde mental

O cérebro depende de um equilíbrio delicado de aminoácidos, vitaminas, minerais e ácidos graxos para manter suas funções normais. A deficiência de certos nutrientes pode resultar em:

Ansiedade e irritabilidade → Baixos níveis de magnésio, ômega-3 e vitaminas do complexo B
Fadiga mental e dificuldade de concentração → Déficit de coenzima Q10 e ferro
Aumento do estresse e insônia → Baixa disponibilidade de GABA e melatonina devido à falta de magnésio e triptofano
Declínio cognitivo e perda de memória → Deficiência de ômega-3, colina e vitamina D

Além disso, estados inflamatórios crônicos estão associados a depressão, fadiga crônica e doenças neurodegenerativas, tornando a suplementação antioxidante e anti-inflamatória um suporte essencial para a saúde mental.


Principais nutrientes e seus benefícios na regulação do humor e cognição

1. Magnésio – relaxamento e equilíbrio do sistema nervoso

O magnésio é um mineral essencial para a regulação do sistema nervoso central. Ele atua como um modulador natural da atividade do neurotransmissor GABA, promovendo relaxamento e reduzindo a excitabilidade neuronal.

Estudos mostram que o magnésio pode:
Reduzir sintomas de ansiedade e estresse
Melhorar a qualidade do sono
Ajudar no controle da depressão leve e moderada

  • Indicação clínica: suporte para ansiedade, insônia e regulação do humor
  • Forma mais biodisponível: magnésio quelato, que oferece maior absorção e menos efeitos gastrointestinais
  • Suplemento recomendado: Magnésio Quelato Joie, ideal para reduzir o estresse e melhorar a qualidade do sono.

2. Ômega-3 – neuroproteção e melhora da cognição

Os ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA) são componentes fundamentais das membranas neuronais e estão diretamente ligados à saúde cognitiva, memória e proteção contra inflamação cerebral.

Pesquisas indicam que o ômega-3:
Melhora a comunicação entre neurônios
Reduz processos inflamatórios no cérebro
Auxilia no tratamento da depressão e melhora o humor

  • Indicação clínica: suporte para memória, depressão e doenças neurodegenerativas
  • Forma mais biodisponível: ômega-3 em triglicerídeos reesterificados, que possuem maior absorção
  • Suplemento recomendado: Prômega Joie, rico em EPA e DHA, para otimizar a função cerebral e reduzir a inflamação.

3. Coenzima Q10 – produção de energia cerebral e redução da fadiga mental

A coenzima Q10 (CoQ10) é essencial para a produção de ATP nas mitocôndrias, sendo um dos principais compostos energéticos do cérebro. Sua deficiência pode levar à fadiga mental, dificuldades de concentração e redução da capacidade cognitiva.

Efeitos clínicos da CoQ10:
Melhora o desempenho cognitivo e a memória
Reduz fadiga mental e melhora a disposição
Protege contra o envelhecimento cerebral

  • Indicação clínica: suporte para energia mental, foco e prevenção de doenças neurodegenerativas
  • Forma mais biodisponível: ubiquinol, que apresenta maior absorção pelo organismo
  • Suplemento recomendado: Coenzima Q10 Joie, formulado para aumentar a energia cerebral e reduzir a fadiga mental.

4. Vitaminas do complexo B – suporte para neurotransmissores

As vitaminas do complexo B desempenham um papel central na produção de neurotransmissores, incluindo serotonina, dopamina e noradrenalina. Baixos níveis dessas vitaminas estão associados a sintomas como:

Irritabilidade e ansiedade → Déficit de vitamina B6
Falta de energia e cansaço → Baixa ingestão de vitamina B12
Dificuldade de concentração e memória → Deficiência de folato (B9)

  • Indicação clínica: suporte para equilíbrio do humor e função cerebral
  • Forma mais biodisponível: vitaminas do complexo B em formas metiladas (metilfolato e metilcobalamina)
  • Suplemento recomendado: Complexo B Joie, formulado para otimizar a produção de neurotransmissores e melhorar a cognição.

5. Triptofano e serotonina – regulação do sono e do humor

O triptofano é um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor fundamental para a regulação do humor e do sono. Sua deficiência pode causar:

Irritabilidade e ansiedade
Insônia e dificuldades para relaxar
Aumento da compulsão alimentar por doces e carboidratos

  • Indicação clínica: suporte para equilíbrio emocional, insônia e compulsão alimentar
  • Forma mais biodisponível: triptofano associado a vitamina B6 e magnésio para otimizar a conversão em serotonina
  • Suplemento recomendado: Serotonina Joie, ideal para suporte ao sono e regulação do humor.

Referências

  1. Ministério da Saúde (Brasil).
    Saúde Mental e Nutrição: Estratégias para Promoção do Bem-Estar. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em:
    http://bvsms.saude.gov.br/saude_mental_nutricao.pdf
  2. Conselho Federal de Nutrição (CFN).
    Nutrição, Humor e Cognição: Evidências para a Prática Clínica. Brasília: CFN, 2019. Disponível em:
    http://cfn.org.br/publicacoes/nutricao-humor-cognicao.pdf
  3. Ferreira, S. R. et al.
    Relação entre nutrientes e saúde mental: uma revisão sistemática. In: Revista de Neuropsicologia Brasileira, v. 12, n. 1, pp. 89–97, 2020.
    DOI: 10.1016/j.rnpb.2020.05.003