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03 de April de 2025
Metabolismo e Bioquímica

Metabolismo e biodisponibilidade: por que nem todos os suplementos são absorvidos da mesma forma?

  • janeiro 31, 2025
  • 5 min read
Metabolismo e biodisponibilidade: por que nem todos os suplementos são absorvidos da mesma forma?

A suplementação nutricional é uma ferramenta poderosa para otimizar a saúde, prevenir doenças e corrigir deficiências nutricionais. No entanto, um fator crucial pode comprometer a eficácia dos suplementos: a biodisponibilidade.

Nem todos os nutrientes são absorvidos da mesma forma pelo organismo. A estrutura química do composto, sua solubilidade, os cofatores envolvidos e até o estado fisiológico do paciente podem influenciar diretamente a sua absorção, transporte e utilização pelas células.

Para os prescritores, compreender esses aspectos é fundamental para garantir que os pacientes obtenham o máximo benefício da suplementação. Neste artigo, vamos explorar os fatores que influenciam a biodisponibilidade dos suplementos e destacar as melhores formas de prescrição para otimizar sua eficácia.


O que é biodisponibilidade e por que ela importa?

A biodisponibilidade de um nutriente refere-se à quantidade que é efetivamente absorvida e utilizada pelo organismo após a ingestão. O caminho de um suplemento dentro do corpo envolve diversas etapas:

  1. Dissolução no trato digestivo
  2. Absorção pelo intestino
  3. Transporte na corrente sanguínea
  4. Conversão na forma ativa
  5. Utilização pelos tecidos-alvo

Se qualquer uma dessas etapas for ineficiente, a absorção do suplemento pode ser comprometida, reduzindo sua eficácia.

Dessa forma, um suplemento de baixa biodisponibilidade pode resultar em doses ineficazes, mesmo quando ingerido em quantidades aparentemente adequadas.


Fatores que influenciam a absorção de suplementos

Diversos fatores podem impactar a biodisponibilidade de um suplemento. Entre os principais estão:

1. Forma química do nutriente

A estrutura do composto afeta diretamente sua absorção. Alguns exemplos:

  • Magnésio: O óxido de magnésio tem baixa solubilidade e absorção limitada, enquanto o magnésio quelato se liga a aminoácidos, facilitando sua passagem pela mucosa intestinal e aumentando sua biodisponibilidade.
  • Cálcio: O citrato de cálcio é mais facilmente absorvido do que o carbonato de cálcio, que requer um ambiente ácido para uma boa dissolução.

2. Presença de cofatores e sinergia entre nutrientes

Alguns nutrientes dependem de cofatores para serem absorvidos de forma eficiente:

  • Vitamina D aumenta a absorção de cálcio no intestino.
  • Vitamina C melhora a absorção do ferro não-heme de fontes vegetais.
  • Zinco e cobre competem pelo mesmo transportador intestinal, devendo ser administrados em proporções adequadas.

3. Competição por transportadores intestinais

O intestino possui mecanismos de transporte limitados para certos minerais e vitaminas. Se vários nutrientes utilizam o mesmo transportador, sua absorção pode ser reduzida.

Por exemplo, o ferro e o cálcio competem por absorção, e o consumo excessivo de um pode comprometer a absorção do outro.

4. Estado fisiológico do paciente

A biodisponibilidade de um suplemento pode variar de acordo com as condições individuais do paciente, como:

  • Baixa acidez estomacal (hipocloridria), que reduz a absorção de minerais como ferro e cálcio.
  • Microbiota intestinal desequilibrada, que pode comprometer a conversão de alguns nutrientes, como a vitamina K e B12.
  • Idade avançada, que reduz a absorção de vitamina D, cálcio e magnésio.

5. Forma de administração e tecnologia do suplemento

A forma farmacêutica do suplemento também afeta sua absorção:

  • Cápsulas líquidas e lipossomais oferecem maior biodisponibilidade para vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).
  • Nutrientes microencapsulados garantem absorção gradual e maior estabilidade.
  • Comprimidos efervescentes dissolvem-se rapidamente e facilitam a absorção.

Magnésio quelato e cálcio 600: escolha de alta biodisponibilidade para prescrição eficiente

A Joie desenvolveu suplementos com formulações otimizadas para máxima absorção e biodisponibilidade. Dois exemplos são:

Magnésio quelato Joie

O magnésio quelato da Joie foi formulado para oferecer a melhor absorção possível, pois está ligado a aminoácidos, o que permite um transporte mais eficiente pelo intestino.

Vantagens do magnésio quelato:
✔ Alta biodisponibilidade em comparação com óxido de magnésio
✔ Redução de desconfortos gastrointestinais comuns em outras formas
✔ Melhor absorção celular e eficácia clínica

Este suplemento é indicado para prescritores que desejam otimizar a suplementação de magnésio em pacientes com déficit nutricional, câimbras, fadiga, estresse e problemas musculares.

Cálcio 600 Joie

O Cálcio 600 Joie é formulado com cálcio + vitamina D, garantindo que o mineral seja melhor absorvido e utilizado pelo organismo.

Vantagens do cálcio 600 Joie:
✔ Melhor absorção graças à combinação com vitamina D
✔ Prevenção de osteoporose e suporte à saúde óssea
✔ Auxílio na contração muscular e função neuromuscular

Esse suplemento é essencial para pacientes com risco de perda óssea, mulheres na menopausa e idosos, garantindo uma melhor absorção do cálcio para prevenção de osteoporose.


Conclusão

A biodisponibilidade dos suplementos deve ser sempre considerada no momento da prescrição. Nem toda forma de um nutriente é igualmente eficaz, e entender os fatores que afetam sua absorção pode fazer a diferença nos resultados clínicos.

Para um prescritor, escolher suplementos de alta biodisponibilidade, como o magnésio quelato Joie e o cálcio 600 Joie, é uma maneira eficaz de garantir que o paciente realmente obtenha os benefícios esperados, sem desperdício de nutrientes ou absorção ineficiente.

Ao entender como o metabolismo de cada suplemento funciona, os profissionais da saúde podem otimizar seus protocolos de prescrição e garantir melhores resultados na prática clínica.

Referências

  1. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
    Suplementos Alimentares: Metabolismo e Biodisponibilidade. Brasília: ANVISA, 2018. Disponível em:
    http://portal.anvisa.gov.br/docs/suplementos_metabolismo.pdf
  2. Universidade de São Paulo (USP) – Departamento de Nutrição.
    Fatores que influenciam a biodisponibilidade de suplementos. São Paulo: USP, 2019. Disponível em:
    http://www.nutricao.usp.br/publicacoes/biodisponibilidade.pdf
  3. Gomes, L. F. & Oliveira, P. R.
    Variabilidade na absorção de suplementos: implicações para a prática clínica. In: Revista de Farmacologia e Terapêutica, v. 18, n. 2, pp. 112–119, 2020.
    Acesso em: http://www.rft.org.br/artigos/18/2/112